segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Amemos uns aos outros - por mais humanos que sejamos!

Imaginemos a seguinte cena: você está em seu carro saindo de um estacionamento, como um dia normal. Porém, esse dia não é um dia comum: tem algo guardado exatamente para você - mas você não sabe a verdadeira surpresa que esse dia separou para você. 

E assim, você está na rua lateral e sem perceber que um carro se aproxima, você acaba colidindo com ele. Que susto, não é mesmo? Estava tudo tão normal, e de repente você se depara com o seu carro batendo em outro, assim, sem ao menos você esperar. 

Sem reação você prefere não sair do carro, porque não saberia como lidar com isso. Entretanto, o condutor do outro veículo vem até você, e pergunta se você está bem. Até ai tudo bem! 
Quando você sai de seu veículo e percebe o estrago em ambos os carros, você chora. 

O rapaz que estava até então sendo educado contigo, começa a querer saber como vocês irão resolver essa questão - porque de acordo com ele, você está errado (a). Mas, em seu ponto de vista, você não está totalmente errado (a) - e sim, ambos deveriam assumir a responsabilidade. 

Ele fica alterado e não assume o erro, Você se altera e começa a querer saber o porquê dele não aceitar com facilidade que também errou. E então, quando você menos espera, estão os dois no meio do estacionamento da faculdade, aos berros e xingamentos. 

Bom, se você me perguntar o que eu faria nessa situação, eu digo que reagiria da mesma forma! Sim, sou humana. Mas depois de muito refletir, percebo que não deveria ter chegado ao ponto que cheguei - e olha que até de estérica fui chamada. 

Depois de uma longa tarde fazendo qualquer coisa em meu quarto, nesse período noturno resolvo abrir minha bíblia, e deparei-me com o seguinte versículo: '' - Ele nos deu este mandamento: Quem ama a Deus, ame também seu irmão. 1João 4.21''

Como é difícil aceitar os nossos erros - principalmente pessoas iguais a mim: orgulhosas. Não estou feliz com a atitude que tomei hoje pela manhã - sim, esse relato ocorreu hoje (29/02/2016), e, infelizmente começou de forma banal, porém, terminou de forma amigável. 

E com isso, pude perceber que, a partir do momento em que deixamos de lado nossas diferenças e raivas, passamos a pensar mais como cristãos e menos como homem falho que somos. 

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Um Novo Jeito de Amar

É preciso se reinventar para viver na sociedade moderna. É preciso sempre inovar para poder acompanhar de perto a sociedade que caminha a cada dia para um novo começo - ou até mesmo para um novo regresso. 

A partir do momento em que o ser humano afastou-se de Deus, seus caminhos se tornaram tortuosos. O próximo não importa mais. Aquilo que Deus criou desde a fundação do mundo, tornou-se algo rentável - onde a exploração é colocada como prioridade e o novo deus dessa era é de fato mostrado. 

É possível observar que o que verdadeiramente importa é o individualismo. O coletivo, o amor, os bons costumes já não são importantes mais. A sociedade regrediu a partir do momento em que deixou-se levar por suas levianas vontades. Mas ainda há esperança! Porque se ''aquele povo resolver chamar e buscar a face de Deus, humilhando-se em espírito e em verdade, resolvendo então orar e buscar a face daquEle que nunca deveria ter deixado de buscar, o mesmo os ouvirá dos céus, irá sarar a nossa terra e nos perdoará'' (2 Crônicas 7.14).

Como é lindo entender e perceber que, por mais que estejamos errados e por mais que nos curvemos aos nossos maus caminhos, há um Deus pronto a nos perdoar, ao ponto de sarar a nossa terra e sarar as nossas feridas. Um Deus apaixonado por sua criação, e sendo capaz de perdoar o mais leviano de todos pecados. 

Se isso não é amor, digamos que não conhecemos a verdadeira forma de amar.